Elisa Lucinda

Elisa Lucinda

sábado, 19 de março de 2011

Direitos Humanos, Polícia Militar e Sociedade


O respeito aos Direitos Humanos deve ser observado por todos independente da função que exerce na sociedade. Porém, os policiais militares são os que mais sofrem perseguição das ONG’s, da imprensa, do Ministério Público e da sociedade em geral quando falham em algum ponto que fere os Direitos Fundamentais.

Antes de colocar uma farda e representar o Estado, o policial militar é um cidadão que tem os mesmos direitos que os civis, sendo que por sua função, ele tem mais deveres que os outros, pois mesmo na folga o PM se vê obrigado por lei a atuar quando necessário for e se tiver meios para isso. Esse cidadão militar, deixa sua família para proteger toda a sociedade e depara-se com situações que coloca em risco sua vida e o futuro da sua família.

É fácil para quem não veste uma farda militar julgar os atos praticados pelos policiais, os representantes das ONG’s, por exemplo, aproveitam situações para aparecerem na mídia e saírem candidatos nas eleições seguintes, os poderosos do Ministério Público não sabem o que é prender um assassino perigoso e encontrá-lo no final do ano nas ruas devido a um indulto de Natal, tendo este a identificação de quem o prendeu que é um de seus direitos.

Já a sociedade não é solidária com os policiais quando estes estão lutando pelos seus direitos. Além do mais, ela é a primeira a tentar corrompê-los quando flagrada numa situação de marginalidade e depois envia e-mail’s para jornais dizendo que se viram obrigadas a pagar suborno.

Para que o policial Militar respeite os Direitos Humanos e qualquer outro direito do cidadão é preciso que toda a sociedade aprenda a exigir os seus direitos e cumprir com seus deveres, enquanto os corruptores questionarem os corrompidos a situação será a mesma, sem querer generalizar é claro.

Imagem retirada do blog: http://amarildopessoa.blogspot.com/2010_03_01_archive.html

quarta-feira, 9 de março de 2011

Ameaça de bomba contra Polícia Militar para o Carnaval da Bahia

Durante o carnaval os policiais militares que são os verdadeiros responsáveis pela segurança do folião ficam em cima de elevados, estruturas de ferro que os deixam vulneráveis em relação à própria segurança devido ao modelo e posição em que são colocados ao longo dos circuitos da grande festa. Com essa vulnerabilidade, foi fácil colocarem um artefato suspeito de ser explosivo embaixo de um desses elevados, ameaçando a vida dos militares.

O artefato estava numa embalagem marrom e tinha duas pequenas lâmpadas vermelhas daquelas de rádio de pilha acessas, populares que estavam ao redor do elevado informaram à patrulha que desceu do elevado, verificou o material e começou a isolar o local, outras patrulhas foram chegando e em pouco tempo o local estava totalmente isolado, permanecendo na área apenas policias do Batalhão de Choque e do Corpo de Bombeiros.

O elevado estava posicionado atrás do IGHB (Instituto Geográfico e Histórico da Bahia), que fica ao fundo do curso Grandes Mestres e o policiamento isolou até o módulo policial do Relógio de São Pedro sentido Praça Castro Alves e após a Praça da Piedade sentido Campo Grande. A multidão foi sendo afastada lentamente para não gerar confusão, enquanto os policiais afastavam a população, os bombeiros orientavam os ocupantes dos prédios próximos ao local.

Mais ou menos uma hora após serem acionados os policiais especializados para esse tipo de situação conseguiram chegar ao local e montaram uma operação para detonar o artefato, antes da detonação dois homens foram autorizados a furar o bloqueio, pois carregavam uma mulher desacordada e os bombeiros prestaram atendimento e uma das patrulhas a conduziu para o posto médico instalado da Piedade.

Com a detonação a população aplaudiu o trabalho dos militares, que conseguiram resolver a situação com tranqüilidade e aos poucos à circulação de pessoas foi sendo liberada começando pelos comerciantes que tinham abandonado suas caixas e isopor no local. Apesar do sucesso da operação, fica o alerta para os militares baianos quanto à insegurança dos elevados, que no próximo ano eles possam ser fechados embaixo e que fiquem localizados de uma forma mais segura, não permitindo acesso a pessoas por trás deles.


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