Elisa Lucinda

Elisa Lucinda

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

BALEIRO



O balde para uma criança
Já foi usado com alegria
Quando música cantarolava
Enquanto nele batia

Hoje ao vermos uma criança
Andando com balde na mão
Com certeza ela não canta
Nem uma única canção

A mochila vai às costas
Mas livro nela não há
Está cheia é de balas
Para ela trabalhar

Com mochila, balde e balas.
A criança vai à cidade
Perdendo sua juventude
Trabalhando com pouca idade.

Um comentário:

Leandro de Assis disse...

Eu amei o poema, pois fala das crianças que perdem
sua juventude trabalhando na infância.

Jamile Laiana de Jesus
laianamili@hotmail.com